Professor Lucas Cirillo

Gaita

Lucas Cirillo - gaita Lucas Cirillo - gaita

Iniciou seus estudos com a gaita diatônica em 2000 com Fernando Ricco com quem aprendeu a improvisar tocando blues e baião. A partir de 2002 começou a lecionar como professor particular, atividade que desenvolve até hoje, tendo passado por algumas escolas importantes como o conservatório Aqui Jazz e ministrado algumas oficinas inclusive pelo Sesc São Paulo. Em 2003, com o gaitista André Carlini foi se especializando na linguagem rítmica aplicada ao instrumento, tendo o funk e o legado de James Brown como fomento de estudo e repertório.

A concepção rítmica tornou-se uma tônica de seus estudos e trabalhos, em especial a linguagem rítmica popular brasileira, afro-brasileira, aprendizado adquirido também com as aulas de UPB ( Universo Percursivo Baiano ) promovida pelo maestro Letieres Leite em 2013, ano esse no qual pode estudar improvisação com o saxofonista cubano Michel Herrera durante uma turnê em Havana, Cuba.

Em 2005, fundou com mais seis membros o coletivo de música instrumental improvisada FRIGAZZ, com o qual toca ainda hoje e atualmente conta com aprox 30 músicos em seu elenco.

Em 2009 pode estudar choro com Vitor Lopes e improviso com Gabriel Grossi, dois expoentes da gaita brasileira mundo a fora.

Em meados de 2010 formou a banda Aláfia com a qual desenvolve e aplica suas pesquisas tanto no instrumento, na composição e nos arranjos até hoje, além de discutir a implementação e inclusão social de seu instrumento em arregimentações que visam explorar sonoridades únicas e muito pouco presente na música brasileira, como a presença da gaita em naipes de combos e bigbands.

No ano de 2015 foi integrante do naipe de sopros durante a oficina promovida por Itiberê Zwarg, no Sesc Vila Mariana de São Paulo, onde pode adquirir conhecimento e prática sobre o método da música universal, promovida por Hermeto Pascoal, embrião do que viria a ser o trio Timeline fundado em 2016 juntamente com o baterista Kauê Moro e o pianista Vitor Arantes.

Em 2016 – Foi professor na oficina de gaita Do Realejo à Harmonica pelo Sesc Carmos em São Paulo.

Também foi convidado a integarar um panorama de gaitistas brasileiros no disco Viva Maurício Einhorn, onde pode colocar em prática suas habilidades de arranjador, incluindo a gaita no contexto de naipe de metais, gravando em octeto. Dessa sessão também nasceu Neném – uma homenagem à Dominguinhos, seu 1.º single instrumental.

Dentre os palcos vale destaque para importantes espaços nacionais: Auditório do Ibirapuera (com Aláfia e Elza Soares e Criolo, num show para aprox. 40 mil pessoas), Tour Blues com Maria Gadu ( Recife, DF, Porto Alegre, Florianópolis) Sescs Pompéia, Vila Mariana, Juazeiro do Norte, Bauru, Campo Limpo, Interlagos, Santos, etc), Festival de Artes de Goiás, Festival Serasgum ( Belém – PA) Festival Radioca ( Salvador – BA ), Circuito Caixa Cultural ( Curitiba, Salvador ), Mostra de Artes do Cariri, Virada Cultural Paulista, Festival Contato de São Carlos, Festival Emergências ( Rio de Janeiro ) Fórum Harmonicas Brasil - CE 2015 Internacionais: Festival Puños Arriba ( Havana, Cuba ), Circulart 2016 ( Medellin, Colombia), Teatro Sán Joaquim ( Santiago, Chile ), Sala Zitarrosa ( Montevidéu, Uruguay), Chill Out Festival 2017 ( Instambul – Turquia ), Global Kopenhagen 2017 ( Dinamarca ), Maailma kylässä 2017 ( Helsinke - Finlândia ), La Bellevilloise ( Paris- França ) Casa da Música ( Porto – Portugal ) Sala Brasil ( Coimbra - Portugal )

Além dos palcos, o artista está também presente na mídia, tendo gravado o Programa Ensaio, Programa Esquenta, Show Livre, Cutura Livre, Programa Metrópolis, Todo Seu e Manos e Minas.